
O antigo primeiro-ministro guineense, Umaro Sissoco Embaló, voltou a considerar esta quinta-feira de extemporânea a presença dos soldados da força de manutenção da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), a ECOMIB, no país, porque a Guiné-Bissau não está em guerra civil.
As forças da ECOMIB estão na Guiné-Bissau desde 2012 na sequência de um golpe de Estado militar e têm a missão de garantir a segurança e proteção aos titulares de órgãos de soberania guineenses.
Em abril do ano em curso, após uma cimeira extraordinária para analisar a situação política na Guiné-Bissau, realizada em Lomé, no Togo, os chefes de Estado e de Governo anunciaram, em comunicado, que a Ecomib iria permanecer no país até 30 de junho.
Em declaração à imprensa no aeroporto internacional “Osvaldo Vieira” em Bissau, de regresso do Congo, Sissoco Embaló, convida aos guineenses a refletirem sobre a presença da ECOMIB na Guiné-Bissau.
//Alison Cabral
Qual é o incômodo que a ECOMIB lhe causa? Saída da ECOMIB vai garantir a prosperidade do povo? Vai permitir que MADEM ganhe legislativas? E qual é a relação com o bem-estar dos guineenses? Politiqueiro!
ResponderEliminarKkkkk que falta de vergonha!
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